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Colônia,
cidade à beira do Rio Reno ao noroeste da Alemanha, é a
sede da Universidade de Esportes mais importante do país.
Uma estrutura invejável: ginásios, quadras, piscinas e a
maior biblioteca sobre o assunto em toda a Europa, dando
condições aos alemães para aliar teoria e prática para
disciplinas como natação, ginástica e até mountain bike.
Com o futebol não é diferente: ao lado da faculdade, bem
próximo ao Rheine Energie Stadion, fica a escola de
treinadores. O país mantém uma estrutura rígida: além de
formados, todos os técnicos da Bundesliga precisam, além
do diploma, de muitos anos de experiência comprovada.
Esse é
apenas um exemplo de como a disciplina e a organização
fundamentam o pensamento da terceira nação mais rica do
mundo. Também ajudam a explicar a conquista de três títulos
mundiais para o estilo característico do futebol alemão.
Os anfitriões da festa, que recebem o direito de sediar o
Mundial pela segunda vez (a primeira foi em 1974) tem ainda
o fator doméstico para se credenciar como uma das favoritas
ao título. Os próprios organizadores torcem pela presença
alemã ao menos na decisão. Tanto que, antes mesmo das 32
seleções serem definidas, a tabela do Mundial já estava
preparada para Alemanha e Brasil chegarem à final.
Tantas
credenciais, no entanto, não são suficientes para
entusiasmar os torcedores da "Nationalmannschaft".
A começar pelas desconfianças ao técnico Jürgen
Klinsmann. O atacante campeão do mundo em 90 nem de longe
é unanimidade, inclusive entre os treinadores do país, que
não medem críticas. Desde o fato de Klinsmann morar na
Califórnia até sua proposta de renovação do elenco,
postura simbolizada pela escolha do vermelho como segundo
uniforme da seleção. Assim como os alunos da escola de
treinadores, o time estuda formas de aliar ofensividade e
criatividade ao futebol alemão.
A promessa,
no entanto, não vem mostrando bons resultados em campo. Nos
últimos amistosos da seleção em 2005, a equipe suou a
camisa para derrotar a China por 1 a 0, com um gol de pênalti.
Quatro dias antes, os alemães decepcionaram sua torcida ao
perder para a Turquia por 2 a 1. Diante de Holanda, Eslováquia,
África do Sul, a equipe também não convenceu. O
desempenho culminou com a criação de uma comissão,
formada por técnicos de equipes da Bundesliga, para dar
suporte ao trabalho da seleção -leia-se "interferir
diretamente".
Mesmo na
corda bamba e respirando ares de crise, Klinsmann tenta não
se abater e pede confiança em sua equipe para surpreender
novamente, como em 2002. Entre as grandes revelações, os
nomes certos na Copa são os do zagueiro Per Mertesacker, do
Hannover, o lateral Patrick Owomoyela, do Werder Bremen, os
meias Bastian Schweinsteiger, do Bayern, e Tim Borowski, do
Werder Bremen, além dos atacantes Lukas Podolski, do Colônia,
e o brasileiro naturalizado Kevin Kuranyi, do Schalke 04.
Eles formam a base do time ao lado de Oliver Kahn, que
dispensa apresentações, Miroslav Klose, artilheiro do
Werder Bremen e da seleção na Copa de 2002, e Michael
Ballack, do Bayern, a maior estrela do futebol alemão nos
dias de hoje.
Independente
do desempenho da equipe no Mundial, a Alemanha, terceira
maior economia do planeta, vai dar o tom à Copa do Mundo.
Todas as equipes e seus torcedores estarão em contato
permanente com a cultura e a forma de viver de seus
habitantes. Desde a eficiência dos transportes públicos até
o esmero e organização do torneio e de seus palcos - com o
dedo de Franz Beckembauer, verdadeira celebridade nacional.
Tudo isso regado a uma das maiores instituições do país:
a cerveja.
Equipe
| Nº |
Nome |
Pos |
Clube |
| 1 |
Jens
Lehmann
|
G |
Arsenal/ING |
| 12 |
Oliver
Kahn |
G |
Bayern
de Munique |
| 23 |
Timo
Hildebrand |
G |
Stuttgart |
| 3 |
Arne
Friedrich
|
D |
Hertha
Berlim |
| 17 |
Per
Mertesacker |
D |
Hannover |
| 4 |
Robert
Huth |
D |
Chelsea/ING |
| 21 |
Christoph
Metzelder |
D |
Borussia
Dortmund |
| 6 |
Jens
Nowotny |
D |
Bayer
Leverkusen |
| 16 |
Philipp
Lahm |
D |
Bayern
de Munique |
| 2 |
Marcell
Jansen |
D |
Borussia
Mönchengladbach |
| 7 |
Bastian
Schweinsteiger
|
MC |
Bayern
de Munique |
| 19 |
Bernd
Schneider |
MC |
Bayer
Leverkusen |
| 8 |
Torsten
Frings |
MC |
Werder
Bremen |
| 5 |
Sebastian
Kehl |
MC |
Borussia
Dortmund |
| 18 |
Tim
Borowski |
MC |
Werder
Bremen |
| 13 |
Michael
Ballack |
MC |
Chelsea/ING |
| 15 |
Thomas
Hitzlsperger |
MC |
Stuttgart |
| 22 |
David
Odonkor |
MC |
Borussia
Dortmund |
| 11 |
Miroslav
Klose |
A |
Werder
Bremen |
| 20 |
Lukas
Podolski |
A |
Colônia |
| 14 |
Gerald
Asamoah |
A |
Schalke
04 |
| 10 |
Oliver
Neuville |
A |
Borussia
Mönchengladbach |
| 9 |
Mike
Hanke |
A |
Wolfsburg |
|
|
Escudo |
 |
|
Dados
do País |
|
Nome
oficial: Bundesrepublik Deutschland (República
Federal da Alemanha)
Capital: Berlim
|
|
Geografia |
|
Localização:
Centro-norte da Europa
Área: 356.733 km²
Capital: Berlim
Cidades principais: Hamburgo, Munique, Colônia,
Frankfurt Hora local (em relação à Brasília): +4
População: 82,5 milhões de habitantes (2005)
Nacionalidade: alemã
Idioma: alemão |
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Uniforme |
  |
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Formação |
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Títulos |
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Três
títulos mundiais (1954, 1974 e 1990)
Três Eurocopas (1972, 1980 e 1996) |
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