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Líder
do ranking da Fifa, vencedor da Copa América, da Copa das
Confederações e com o atleta eleito o melhor do mundo nos
últimos dois anos. Credenciais não faltam para o Brasil,
escolhido o favorito de 30 entre 32 técnicos da Copa, para
levantar o troféu em Berlim. Porém esta será a maior
armadilha que a seleção terá de desarmar no intuito de
ser hexacampeão.
Na história
das Copas, apenas o próprio Brasil chegou ao Mundial como
favorito e saiu com a taça nos braços. Foi em 1962, quando
o time vencedor de 1958 superou a lesão de Pelé durante a
Copa e, com uma atuação exuberante de Garrincha, foi
vencedor. A equipe verde-amarela também é a única que já
triunfou fora de seu continente em uma Copa, ao ganhar na Suécia
em 1958 e no Japão e Coréia do Sul em 2002.
Fora este
fato, a história mostra que todo cuidado é pouco. É só
lembrar que no último Mundial as favoritas Argentina e França
sequer passaram da primeira fase. Por isso, nem a chave com
Croácia, Austrália e Japão, times com menos de quatro
Copas no currículo, é vista como motivo de festa.
"Será mais difícil que muita gente pensa",
menciona o lateral Roberto Carlos, um dos mais experientes
deste favoritíssimo Brasil, ao lado do capitão Cafu e do
atacante Ronaldo.
Basta
lembrar dos recentes resultados contra estes adversários
para dar razão aos argumentos do lateral. O Brasil empatou
com a Croácia em amistoso disputado em 2005, mesmo
resultado dos últimos dois duelos contra o Japão (em 2005
e 2001) e perdeu da Austrália em 2001. E, mais do que os
adversários, os jogadores sabem que precisam evitar mesmo
é o "salto alto" e comprovar em campo a
superioridade de um time formado pelo "Fenômeno",
pelo "Imperador", pelo "Príncipe de Milão"
e pelo "Melhor do Mundo".
Para isso,
Parreira conta com uma base praticamente repetida a exaustão
nos quatro anos que separaram os Mundiais, e aceitou as
constantes pedidas de aproveitar o chamado quadrado mágico.
É só lembrar que da equipe que iniciou as eliminatórias,
o técnico sacou Roque Júnior, Gilberto Silva, Alex e
Rivaldo, colocando Juan, Kaká, Ronaldinho Gaúcho e
Adriano.
O caminho
também foi bem diferente de 2002, quando a seleção teve
quatro técnicos, mais de 50 jogadores utilizados e Felipão
teve de formar sua equipe titular nos meses que antecederam
à Copa. Resta saber se a tranqüilidade que reinou nas
eliminatórias, com a vaga assegurada duas rodadas antes do
final, irá ajudar o super-favorito a sair campeão da
Alemanha.
Equipe
| Pos |
Nome |
Pos |
Clube |
| 1 |
Dida
|
G |
Milan/ITA |
| 22 |
Júlio
César |
G |
Internazionale/ITA |
| 12 |
Rogério
Ceni |
G |
São
Paulo |
| 2 |
Cafu
|
L |
Milan/ITA |
| 13 |
Cicinho
|
L |
Real
Madrid/ESP |
| 6 |
Roberto
Carlos
|
L |
Real
Madrid/ESP |
| 16 |
Gilberto |
L |
Hertha
Berlim/ALE |
| 3 |
Lúcio
|
Z |
Bayern
de Munique/ALE |
| 4 |
Juan
|
Z |
Bayer
Leverkusen/ALE |
| 15 |
Cris
|
Z |
Lyon/FRA |
| 14 |
Luisão |
Z |
Benfica/POR |
| 18 |
Edmílson
|
MC |
Barcelona/ESP |
| 5 |
Émerson
|
MC |
Juventus/ITA |
| 17 |
Gilberto
Silva
|
MC |
Arsenal/ING |
| 19 |
Juninho
Pernambucano
|
MC |
Lyon/FRA |
| 11 |
Zé
Roberto
|
MC |
Bayern
de Munique/ALE |
| 20 |
Ricardinho
|
MC |
Corinthians |
| 8 |
Kaká |
MC |
Milan/ITA |
| 9 |
Ronaldo
|
A |
Real
Madrid/ESP |
| 10 |
Ronaldinho
Gaúcho
|
A |
Barcelona/ESP |
| 7 |
Adriano
|
A |
Internazionale/ITA |
| 23 |
Robinho
|
A |
Real
Madrid/ESP |
| 21 |
Fred |
A |
Lyon/FRA |
|
|
Escudo |
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Dados
do País |
Nome
oficial: República Federativa do
Brasil
Capital:Brasília
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Geografia |
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Localização:
Sul da América
Área: 8.547.404 km²
Capital: Brasília
Cidades principais: São Paulo, Rio de Janeiro,
Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Porto Alegre
Hora local: a mesma
População: 181,6 milhões (2004)
Nacionalidade: brasileira
Idioma: português (oficial) |
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Uniforme |
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Formação |
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Títulos |
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Copa
do Mundo: 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002
Copa América: 1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999
e 2004
Copa das Confederações: 1997 e 2005 |
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