Depois de uma
participação memorável na Copa do Mundo de 1990, a Costa
Rica conseguiu voltar ao cenário internacional apenas na última
edição do Mundial. A seleção, comandada por Alexandre
Guimarães, um dos cinco técnicos brasileiros com presença
garantida na Alemanha, repetiu o feito em 2006 e carimbou o
passaporte para a Alemanha com muito sofrimento. A campanha
da seleção nas Eliminatórias da Concacaf foi marcada pela
irregularidade. O time entrou nos trilhos apenas com o
retorno do velho comandante.
Primeiro rival dos Ticos, Cuba mostrou um futebol
surpreendente e caiu fora apenas pela vantagem
costarriquenha no saldo de gols. A dificuldade foi a mesma
na primeira fase de grupos, quando apenas um tenso empate
sem gols contra Honduras em Tegucigalpa garantiu a passagem
da Costa Rica. O drama parecia se repetir durante o
hexagonal final, mas as coisas mudaram com a chegada de
Alexandre Guimarães. Sob o comando do brasileiro, a equipe
bateu Guatemala, Panamá, Trinidad e Tobabo e Estados Unidos
antes de assegurar a classificação.
Apesar de contabilizar apenas três participações em
mundiais, a Costa Rica tem muita história para contar. Nos
dois primeiros mundiais, a equipe surpreendeu os torcedores
um futebol alegre e ousado. Até hoje, suecos e holandeses
ainda têm pesadelos com a explosão de Hernán Medford e
com as defesas milagrosas de Luis Gabelo Conejo, heróis
nacionais desde a classificação da equipe às
oitavas-de-final da Copa de 1990 em detrimento dos rivais
europeus. Em 2002, o time se despediu após goleada diante
do Brasil e ficou de fora apenas pela vantagem da Turquia no
saldo de gols.
Apesar dos imprevistos encontrados pela Costa Rica na fase
de classificação, seria um grave erro menosprezar a seleção
centro-americana. Os torcedores depositam suas esperanças
na solidez defensiva de Gilberto Martinez, na ousadia de
Walter Centeno e no faro de gol de sua grande estrela, o
centroavante Paulo Wanchope. Prestes a disputar o seu
segundo Mundial, o atacante quer se despedir com uma atuação
que pelo menos iguale a performance da inesquecível equipe
de 1990.
Equipe
| Num |
Nome |
Pos |
Clube |
| 18 |
José
Francisco Porras |
G |
Saprissa |
| 23 |
Wardy
Alfaro |
G |
Alajuelense |
| 1 |
Alvaro
Mesén |
G |
Herediano |
| 2 |
Jervis
Drummond |
D |
Saprissa |
| 17 |
Gabriel
Badilla |
D |
Saprissa |
| 3 |
Luis
Marín |
D |
Alajuelense |
| 15 |
Harold
Wallace |
D |
Alajuelense |
| 22 |
Michael
Rodríguez |
D |
Alajuelense |
| 5 |
Gilberto
Martínez |
D |
Brescia/ITA |
| 20 |
Douglas
Sequeira |
D |
Real
Salt Lake/EUA |
| 12 |
Leonardo
González |
D |
Herediano |
| 4 |
Michael
Umaña |
D |
Brujas |
| 10 |
Walter
Centeno
|
MC |
Saprissa |
| 7 |
Christian
Bolaños |
MC |
Saprissa |
| 14 |
Randall
Azofeifa |
MC |
Saprissa |
| 16 |
Carlos
Hernández |
MC |
Alajuelense |
| 8 |
Mauricio
Solís |
MC |
Comunicaciones/GUA |
| 6 |
Dany
Fonseca |
MC |
Brujas |
| 13 |
Kurt
Bernard |
MC |
Puntarenas |
| 11 |
Rónald
Gómez |
A |
Saprissa |
| 19 |
Alvaro
Saborío |
A |
Saprissa |
| 21 |
Víctor
Núñez |
A |
Alajuelense |
| 9 |
Paulo
Wanchope |
A |
Herediano |
|
|
Escudo |
 |
|
Dados
do País |
Nome
oficial:
República de Costa Rica
|
|
Geografia |
|
Localização:Sul
da América Central
Área: 51.100 km²
Capital: San José
Cidades principais: Puerto Limón, Alajuela
Hora local (em relação à Brasília): -3h
População: 4,1 milhões (2005)
Nacionalidade: costarriquenha ou costarriquense
Idioma: espanhol |
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Uniforme |
  |
|
Formação |
 |
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Títulos |
|
3
Copas Ouro (1963, 1969 e 1989) |
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