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Caminhando.
Essa foi a palavra-chave do México durante sua preparação
para a Copa do Mundo de 2006. Ciente da superioridade
mexicana sobre a maior parte das seleções da Concacaf, o técnico
da equipe, Ricardo Lavolpe, garantiu à torcida local que o
México se classificaria 'caminhando' para a Copa da
Alemanha.
Aliando a
experiência de jogadores como Rafa Márquez (titular do
Barcelona) e Borghetti à juventude de promessas como Carlos
Salcido e Francisco Fonseca, o treinador cumpriu a promessa
e levou a seleção tranqüilamente à vaga no principal
torneio entre nações. Dentre os integrantes da Concacaf,
que reúne América do Norte e Central, o único país que
consegue fazer frente ao México são os Estados Unidos.
Logo na
primeira rodada das Eliminatórias, o time de Lavolpe
mostrou sua força ao humilhar a modesta Dominica por 10 a
0. A vitória na estréia, porém, não aconteceu apenas
pela fragilidade do adversário. Nas dez primeiras rodadas
do qualificatório, o México atropelou todos os adversários
e acumulou a impressionante marca de 49 gols anotados. Na série
de vitórias, a seleção passou até mesmo pelos Estados
Unidos (2 a 1) e pela Costa Rica (também 2 a 1).
Durante
toda sua campanha, conquistou 14 vitórias e amargou apenas
duas derrotas (Estados Unidos e Trinidad), ficando ainda com
um empate. Na Copa das Confederações, o México mostrou ao
mundo que sua força não serve apenas para vencer as
modestas seleções da Concacaf. Na segunda rodada no
torneio na Alemanha, os mexicanos bateram o Brasil, que
encantava o mundo com o "quarteto mágico",
formado por Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Robinho.
Os
mexicanos só foram eliminados nas semifinais da Copa das
Confederações, quando foram derrotados nos pênaltis pela
Argentina. Nas Eliminatórias, a seleção de Lavolpe
terminou em segundo lugar, com os mesmos pontos que os
Estados Unidos, mas levando desvantagem nos critérios de
desempate. Agora, na Alemanha, a equipe tentará melhorar
seus retrospectos em Copas. Apesar de sempre estar entre os
melhores da Concacaf, os mexicanos nunca conseguiram passar
das quartas-de-final de um Mundial.
Equipe
| Num |
Nome |
Pos |
Clube |
| 1 |
Osvaldo
Sanchez |
G |
Chivas
Guadalajara |
| 12 |
Jesús
Corona |
G |
Tecos |
| 13 |
Guillermo
Ochoa |
G |
América |
| 4 |
Rafael
Márquez |
D |
Barcelona/ESP |
| 15 |
José
Antonio Castro |
D |
América |
| 18 |
Andrés
Guardado |
D |
Atlas |
| 5 |
Ricardo
Osorio |
D |
Cruz
Azul |
| 2 |
Claudio
Suárez |
D |
Chivas/EUA |
| 3 |
Carlos
Salcido |
D |
Chivas
Guadalajara |
| 22 |
Francisco
Rodríguez |
D |
Chivas
Guadalajara |
| 14 |
Gonzalo
Pineda |
D |
Chivas
Guadalajara |
| 16 |
Mario
Méndez |
D |
Monterrey |
| 8 |
Pavel
Pardo |
MC |
América |
| 20 |
Rafael
García |
MC |
Atlas |
| 6 |
Gerardo
Torrado |
MC |
Cruz
Azul |
| 11 |
Ramón
Morales |
MC |
Chivas
Guadalajara |
| 23 |
Luis
Pérez |
MC |
Monterrey |
| 7 |
Sinha |
MC |
Toluca |
| 9 |
Jared
Borgetti |
A |
Bolton/ING |
| 19 |
Omar
Bravo |
A |
Chivas
Guadalajara |
| 21 |
Jesús
Arellano |
A |
Monterrey |
| 10 |
Guillermo
Franco |
A |
Villarreal/ESP |
| 17 |
Francisco
Fonseca |
A |
Cruz
Azul |
|
|
Escudo |
 |
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Dados
do País |
Nome
oficial: Estados
Unidos
Mexicanos
|
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Geografia |
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Localização:
Sul da América do Norte, noroeste da América Central
Área: 1,972,550 km²
Capital: Cidade do México
Cidades principais: Cidade do México,
Guadalajara, Monterrey e Puebla.
Hora local: -3h
População: 103,5 milhões
Nacionalidade: Mexicana
Idioma: Espanhol |
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Uniforme |
  |
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Formação |
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Títulos |
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3
Copas da Concacaf (1965, 1971 e 1977) e 3 Copas Ouro
(1993, 1996 e 1998) |
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